31 de outubro de 2008

Preparar, apontar...

Certo dia, em uma roda de amigos, discutia-se a possibilidade de uma nova guerra mundial, concluiu-se que não, mas eu fiquei pensando nisso, que coisa mais horrível que é uma guerra! Tenho uma amiga que não gosta nem de ouvir a palavra guerra, pois a do Vietnã lhe rendeu uma perna de pau e um olho de vidro que quando ela espirra sutilmente se desloca.
E os homens! Mais uma vez os homens bons vão para a guerra, e eu, pequena mulher que sou, não servirei para nada em uma batalha, tenho boas intenções, quero ajudar de alguma forma, mas não sei se estou preparada.
O meu filho não vai para o exército! Eu já decidi! Não quero meu menino rolando no barro, e levando tapas de alguém que não seja eu. Se ele for vai ser pela comida que será melhor que a minha.
Mas não quero pensar nisso agora, preciso pensar na minha utilidade na guerra que virá.
- Michele, temos um soldado ferido, o que faremos?
- Carinho?

6 comentários:

Mauricio Toczek disse...

Mas guerras são tão divertidas. Pense só na adrenalina que é estar lá matando e quase morrendo. Bem, pelo menos nos jogos é assim. Ou não.

Beijos dona Mexela.

layuny disse...

tempos dificeis aqueles...

é, cozinhar pro soldado ferido é q vc não vai.

Dom disse...

Dom Quixote
( www.ventoonde.blogspot.com):

-Michele, temos um soldado ferido, o que faremos?
-Ergueremos ele pelas roupas de baixo. Homem não se entrega assim fácil. Me lembro da vez em que lutei contra aqueles gigantes, soldado, bons tempos aqueles...

Leila disse...

Carinho é uma boa... se o soldado morrer, pelo menos não vai estar carente, e sim feliz!

Mazo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Mazinho disse...

Eu não servi ao meus país no Exército. Sinto que poderia ter sido bom para mim.
Você não poderá proteger seu filho do mundo por muito tempo: o Exército ensinará aquilo que você, como Mãe, jamais ensinaria...

Até lá tem tempo para você rever sua opinião. Não fale nem que é bom, nem que é ruim.

Deixe-o decidir por si só...